Nesta terça-feira (17), o grupo gestor responsável pelo projeto “Comitês populares para enfrentamento do Aedes aegypti” se reuniu na Secretaria Estadual de Educação de Minas Gerais (SEE-MG) para apresentação de resultados parciais e pactuação de uma agenda de trabalho para os próximos meses.

O grupo gestor é constituído por representantes do Centro de Pesquisas René Rachou (Fiocruz Minas), instituição proponente e coordenadora do projeto, em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais (ESP-MG) e das instituições de ensino: SEE-MG e Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE).

O Programa será implantado no estado de Minas Gerais e contemplará três eixos: mobilização popular a partir da formação de comitês populares em escolas da rede estadual de ensino; construção de redes de solidariedade e fomento a discussão e elaboração de políticas públicas”.

A ESP-MG é representada pelas servidoras, Rose Ferraz Carmo e Danielle Costa Silveira. “O principal objetivo é implantar e avaliar um Programa de Vigilância Comunitária em Saúde, de base territorial, visando o fortalecimento da mobilização social para o enfrentamento da tríplice epidemia e controle do Aedes aegypti.” sintetizou, Rose.

Outras iniciativas 

Além da participação nesse projeto a ESP-MG, a partir do reconhecimento dos enormes e complexos desafios impostos, pela tríplice epidemia, ao Sistema de Saúde, tem desenvolvido outras iniciativas a exemplo do seminário "Dengue, zika e chikungunya: contexto atual da tríplice epidemia e desafio” realizado, em outubro de 2016, no âmbito do Curso de Especialização em Saúde Pública.

Por Leíse Costa (Estagiária de Jornalismo ASCOM/ESP-MG)